domingo, 27 de março de 2011

NOVO TEMPO!!! NOVA VIDA

Estamos vivendo um momento em que eu só vejo Deus agindo. É incrivel como ação de Deus na vida da igreja, e quando falo isso, não me refiro ao predio em que estamos nos reunindo, mas as pessoas que se reunem neste lugar. Ver Deus agindo na vida das pessoas é maravilhoso. Ver lágrimas sendo derramadas, pessoas confessando que estão vivendo aquem daquilo que Deus deseja para ela como igreja, ver testemunhos de quem estava sem esperança visivel, mas estava vivendo o invisivel de Deus no mundo sobrenatural, é tudo o que Deus deseja para igreja nos últimos dias.Estive lendo no blog do bispo Calegari sua reflexão sobre os ultimos dias, e vejo que não só no ambito da natureza, mas na questão de avivamento estamos vivendo o sobrenatural de Deus, para o despertamento da igreja.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

PARADIGMA

A mudança sempre gera em nós o desejo de fugir, pois é nesta hora que termina a nossa base de sustentação. Paradigma é tudo aquilo que nos apegamos sem a certeza de que é a vontade de Deus, e determinamos a nossa vontade como se fosse Dele, é a matriz ou o modelo sem a direção de Deus. A diferença entre a vontade de Deus e a nossa vontade, é que a de Deus não gera paradigma mas gera promessa, com a promessa milagres, com milagres a provisão, com a provisão o crescimento, com o crescimento a certeza de quem trouxe a mudança foi o Deus de promessas e não o de paradigma. Mudança. Palavra de desafio, palavra de fé para homens que tem a visão de um mundo a sua frente. Nos dias de hoje somos desafiados a andar vendo o futuro, e não reclamando do passado que ficou, mas tendo o presente como a sustentação e a base de algo que Deus prometeu. SOMOS DESAFIADOS. Fuja do comum, fuja da zona de conforto e voçe será gerador de mudança e de quebra de paradigmas.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

SIMBOLOS JUDAICOS

Símbolos Judaicos, paganização do Evangelho!

A reforma luterana lutou contra o que hoje toma conta da igreja evangélica, especialmente no Brasil. Em 1500, os adversários eram exatamente os mesmos, senão vejamos. Na reforma a luta era contra as indulgências, agora é contra os símbolos pessoais e judaicos. Lá havia objetos ligados aos apóstolos, aqui há toalhas ungidas de neo-apóstolos, óleos de Israel, água benta do Rio Jordão, e uma infinidade de outras invenções as quais se atribui caráter milagroso.

Na reforma havia os símbolos romanos, uma enorme quantidade de imagens de toda espécie. Aqui são os símbolos judaicos que assumem esse caráter, são reproduções da Arca da Aliança, utilização do toque mágico do Shofar que em algumas igrejas tem até festival, uso de vestimentas judaicas, talits santos, estrelas de Davi, festas de tabernáculos em substituição ao Natal romano. A reforma lutou contra a venda de indulgências, aqui luta-se contra a venda de bênçãos e curas, a promessa de prosperidade e sucesso é vendida em longos pedidos de ofertas ao final de cada sessão de promessas. Morris Cerulo vende bíblias ungidas e abençoadas por R$ 900,00, Benni Hinn que unge Talits para serem vendidos, Silas Malafaia que vende propostas de prosperidade para cumprir seus próprios propósitos.

Lutero lutou contra a perversão da pregação bíblica, hoje a luta é contra a perversa interpretação das Sagradas Escrituras para corroborar megalomanias e nabucodonizações de neo-apóstolos e outros lobos famintos por dinheiro a qualquer custo. Lá se vendia títulos, aqui também se vende, ou não estão aí os cajados santos e os títulos de nobreza sendo vendidos? René Terra Nova, vende título de nobreza por até R$ 18.000,00? Na reforma, o negócio era viajar para Roma e pisar os lugares sagrados, agora o negócio é viajar para Israel, obviamente há os que viajam por turismo e para conhecimento cultural e geográfico, mas há os que viajam sob a pressão e promessa de que só quem vai a Israel é que pode ser próspero. São os cruzados dos dias atuais.

Na reforma a Bíblia foi posta de lado para que a tradição fosse o centro, nos nossos dias o Jesus do Novo Testamento, foi posto de lado com tudo o que Paulo ensinou em suas Epístolas, para que os costumes judaicos tomassem conta das igrejas e púlpitos. Qual a razão para que a história se repita? É simples, o homem continua curioso, continua cético, continua incrédulo e incapaz de crer sem a ajuda de algo que ele possa pegar, sentir com o tato, pisar, esfregar, ingerir ou derramar no corpo. Qual a diferença entre os símbolos judaicos e os símbolos romanos? Eu vos afirmo sem dúvidas, NENHUMA. Ambos ofendem a Fé em Jesus, ambos anulam a CRUZ de CRISTO. Qualquer objeto que desvie sua visão da redenção que há somente na Cruz de Cristo, que seja anátema, lançada fora. A fé em Jesus deve ser pura, sem enxertos, sem ajuda de qualquer objeto ou tarefa. Os únicos símbolos que Jesus recomendou foram o Pão e o Vinho, que simbolizam sua morte e Nova Aliança no seu sangue, e as águas para o Batismo, que simbolizam a Nova Vida e novo nascimento, livre de toda simbolização de fé. A Vida Nova em Cristo, não tem lugares, geografias, e nenhum objeto que seja santo. Em Cristo a única possibilidade de santificação é no SER, no coração, na alma, é na vida.

Não troque seu dinheiro por nenhuma “toalhinha”, “papelzinho”, “óleozinho”, seu dinheiro é mais santo, por ser fruto do seu trabalho que Deus abençoou, do que qualquer produto que os mentirosos lhe oferecem. Eu vos apelo, na mais sincera e convicta consciência: não use símbolos judaicos com promessa de ser protegido por eles, não compre nada que seja símbolo de benção, nem vá a Israel a não ser a passeio, para acrescentar aos seus conhecimentos e curtir a viagem. Paulo lutou contra, assim como o autor da Epístola aos Hebreus, a tudo isso que vem tomando conta da Igreja Evangélica. Se você usa símbolos judaicos para dar autoridade e singularidade a sua fé, você está anulando a CRUZ de CRISTO.

Em Cristo Jesus, para quem não há judeu, nem grego, mas Novas Criaturas, nascidas não da carne ou do sangue, mas da água e do Espírito.

Reflita,

Pr. Rogério Barros
Pastor da IMW Areal, Porto Velho - RO
Fonte: http://prrogeriobarros.wordpress.com, em 20/11/2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Gerar conflito ou gerar relacionamento

Tenho observado a dificuldade que existe hoje em dia quando se trata de relacionamento. As pessoas não conseguem ser, em alguns aspectos, autênticas em suas posições e mesmo na suas expressões relacionais, seja elas dentro de casa, dentro da escola, dentro do onibus, etc. Qualquer ambiente se torna hostil. E o que em muitos aspectos gera esta situação é a falta de tempo para que se tem de relacionar com o outro. Ouvi de uma pessoa recentemente, a quem denominaremos, Getulio que ela tinha uma imagem muito negativa de uma outra pessoa com quem convivia, a quem denominaremos Felicia. O interessante é que a convivencia não era relacional, mas superficial. Getulio tinha uma concepção apenas dos defeitos e erros que a Felicia cometia. A partir de determinado momento em que ele começou a ter um periodo de relacionamento passou a ver a qualidades que antes estavam implicitas. Vejo neste caso o adagio popular que diz que "nao devemos julgar o livro pela capa". É a partir de um julgamento que surgem os atritos e consequentemente os conflitos. São pessoas colocando nas outras uma identidade que ela mesmo não gostaria de assumir. Neste caso me lembro de uma frase que Jesus disse:"Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas" Mateus 7.12. Quer ter atrito, gere atrito, quer te conflito gera conflito. Quer ter paz, seja um instrumento de paz, de amor, de graça. Relacione-se com o próximo como você relacionaria com você mesmo.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Vivendo o novo. De novo!!!

Dentro de uma sociedade que vive trocando tudo que vê pela frente, hoje se troca um MP10 por um MP15, e que na semana que vem terá que trocar por um MP20, vivenciei uma experiência que me fez ver que o novo apenas é uma renovação de algo que já existe. No domingo que passou tivemos o projeto "Fazendo a Diferença 2010", com a presença do ministério Casa Nova e da companhia de Teatro de Uberaba, com a peça "Jardim do Inimigo". Tivemos uma participação maciça da igreja, como tambêm da comunidade. Tinhamos cerca de 170 pessoas que ouviram uma mensagem impactante e que trouxe uma conscientização do dever do ser humano junto a Deus e aos homens. Foi maravilhoso. E você pode estar se perguntanto o que há de novidade em um evento como este. O que me marcou foi ao final a comunhão de pessoas de varias idades, de varios locais, compartilhando sobre tudo. E a maior novidade foi poder ver a ação de Deus na vida de alguns pré-adolescentes e adolescentes no final do evento. A alegria foi geral ao ver o vigor, o carisma, a expontaneidade, a forma infanto-juvenil de expressar a mais pura felicidade. Ficamos em um grupo de 20 irmãos até as 23:00 h vendo "o novo", fortalecendo a comunhão, a alegria, o carisma "de novo'. Revivemos o que é viver em novidade de vida, através da comunhão que Cristo nos proporciona. Quando tudo estiver monótono, lembre-se, Deus providenciou pra você agora uma oportunidade de viver em novidade de vida, apenas olhe para o novo desenho que ele preparou no céu e você verá que não é o mesmo de alguns minutos atrás. Viva o novo, de novo.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Andando em boa Companhia

Por estes dias estive um pouco cheio de tarefas e não pude escrever a postagem da semana passada. Mas ja tinha em mente escrever sobre com quem andamos, ou qual é a nossa companhia, seja diaria, ocasional, mensal ou apenas momentânea.

Ha um adagio popular que diz:"diga com quem tu andas que eu te direi quem tu és". Realmente precisamos andar em boa companhia, não somente pelo fato do adagio, mas porque traz ao cada de nós uma experiência rica e salutar. Estive viajando junto com o Pr Edmilson de Souza Araújo até Caldas Novas, no dia 07 de setembro, para participar da visita do bispo Serbastião Calegari a cidade e tambem para busca-lo, para a visita que faria ao Distrito de Uberlândia. E neste caso se cumpriu este adagio. Eu pude viver ótimos momentos em boa companhia. Pude observar que a vida não é feita de correria, mas de qualidade, e que temos sempre que entender o que cada um tem de bom para oferecer ao Reino de Deus. Todos nós temos qualidades, quem em muitos momentos precisam ser afloradas com alguns estimulos vindo de outros ou mesmo com a observação de atitudes das pessoas que estão nos fazendo companhia. Nestes dias pude aprender, conhecer e ter mais um capitulo da minha história escrita por pessoas que sempre serão uma boa companhia em qualquer momento. Só quem já viveu em má companhia pose valorizar a presença de companhias agradáves. Procure estar perto de pessoas que irão acrescentar em sua vida, experiencias que nunca serão compradas em uma liquidação, e nem poderão ser transmitidas por meiose, mas que após vivenciadas irão marcar a sua vida. Até a próxima.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

NECESSIDADE DE SER...

Encontrei na semana que passou com uma adolescente em um onibus. Seu jeito de vestir, as cores e o jeito de ser me chamaram a atenção para a ausência de identidade. Iniciei então um dialogo, questionando o motivo dela se vestir daquela forma. A resposta foi "porque é diferente". Ao ouvir esta resposta percebi o quanto ela não sabia na verdade o que é ser diferente e indaguei que as pessoas que se vestem diferente dela, tambem estão diferente e neste caso a diferença desaparece. Querendo se afirmar ela disse " mas eu faço o meu estilo". "Mas ao fazer o estilo voce não se isola do mundo", questionei. Ela disse que existem outras pessoas como ela, e mais uma vez demonstrei então que ela não era diferente, mas que na realidade faltava era uma identidade, pois ela não sabia na verdade quem era.
E veio então uma revelação de um fato que todos nós sabemos. A juventude de hoje não tem uma identidade definida e em rebeldia aos padrões existentes, buscam como alvo pessoas sem identidade, para depois afirmar que aquela era a sua identidade. Vemos os emos, os roqueiros, os metaleiros, hardcore punk, punk, os sem camisa, os sem teto, os sem dinheiro, e tantos outros buscando uma forma de afirmar quem são, demonstrando nada de novo, pensando que estão inovando.
O fim da conversa com a menina, pude falar para ela da minha identidade em Cristo. Sou filho de um Pai, que me ama, que deu seu filho unico para morrer por mim, e assim devolver a mim e a todos quanto o receberem a qualidade de filho. Expliquei que no nosso documento de identidade existe o nome dos pais, que mostram de onde viemos, e quem somos e da mesma maneira Deus nos dá este direito de saber quem eramos, quem somos e para onde vamos como Filho Dele. Não esqueça sua identidade quando sair por ai, pois alguém pode querer saber de quem você é filho.